FISIOTERAPIA
Beneficiários ganham sala na AABR

Entre as atividades do Módulo Terapêutico do Projeto Bem Viver implementadas em 2017 está a fisioterapia curativa, cujo propósito é tratar e amenizar as perdas neuromusculares e de funcionalidade dos participantes. A atividade será realizada em nova sala que acaba de ser inaugurada. Contígua à sauna da AABR e cedida pela Associação Atlética, o espaço conta com estrutura adequada e equipamentos necessários em um ambiente tranquilo e ideal para o bem-estar do paciente. A iniciativa veio atender antiga e reiterada demanda.

Para participar da modalidade, além de integrar o público-alvo do Projeto, também é preciso que o beneficiário esteja sendo acompanhado pela equipe multidisciplinar da Clínica SAÚDE BRB e que receba recomendações desses profissionais para o tratamento.

Estiveram presentes ao descerramento da fita:

– Kátia do Carmo Peixoto Queiroz (Diretora da DIPES – BRB)
– Célia Denise Guimarães Amaral (Diretora-Superintendente da SAÚDE BRB)
– Alba Virgínia Oliveira Pimentel (Gerente GEOP – SAÚDE BRB)
– Cynthia Vieira Ferreira de Freitas (Superintendente SUGEP)
– Margareth Lázara Ferreira (Gerente GEVIT)
– Antônio Eustáquio Ribeiro (Conselho Deliberativo SAÚDE BRB, representante do Sindicato dos Bancários)
– Semíramis Rezende e Silva Magalhães Cezar (Presidente da REGIUS)
– Paulo Antônio de Carvalho (Presidente da AEBRB e membro do CONDE da SAÚDE BRB)
– Marcus Alencar (Presidente da AABR)
– Eliane Bruna Oliveira dos Santos Senna ( Gerente BRBCARD – Membro do Comitê de Patrocinadoras da SAÚDE BRB)
– Sandro Soares de Souza (Diretor da REGIUS)

HIPERTENSÃO ARTERIAL
Palestra apontou mitos e verdades sobre o assunto

O encontro de agosto do Módulo Educação em Saúde e
Socialização do projeto Bem Viver, realizado na tarde de
30 de agosto, esclareceu aspectos sobre hipertensão
arterial. A palestra, ministrada pelo médico geriatra da
Clínica SAÚDE BRB, Dr. Márcio Miranda, tratou sobre
essa doença silenciosa, sem sintoma, causadora de 40%
dos infartos, 80% dos derrames e 25% dos casos de
insuficiência renal em todo o país.

A popularmente conhecida como “pressão alta” se dá
quando a pressão arterial do paciente, maior de 18 anos, é superior a 140 x 90 mmHg (milímetro por mercúrio) – ou 14 por 9. Segundo a Sociedade Brasileira de Hipertensão – SBS, estima-se que 25% da população brasileira sofram de hipertensão, sendo que em pessoas com mais de 60 anos de idade a porcentagem sobe para mais de 50%.

O médico não se ateve a dados numéricos e informações já conhecidas, ele desmistificou algumas crenças sobre o assunto e
polemizou sobre “verdades” do conhecimento popular como a atribuição de sintomas à alta de pressão: cefaleia, tontura, calor, náuseas, dor na nuca e outros. Da mesma forma, tontura, frio, vista escura são normalmente relacionadas à pressão baixa. Alertou que nesses casos devemos evitar oferecer sal, água, azeitona e que nada disso é recomendado. Todas essas são coisas que ouvimos tantas vezes ao longo da vida e que passamos a acreditar.

O palestrante destacou algumas atitudes erradas, resultado de falsas reflexões, que podem prejudicar o controle da pressão
arterial como:
– “minha pressão está boa, logo não preciso mais tomar remédio” – sua pressão está controlada justamente pelo uso contínuo do medicamento.
– “Só tomo remédio quando sinto algo” – pressão alta não apresenta sintoma.
– “Mas o meu médico falou…” – ele pode ter cansado e concordado com você, estava com pressa ou quis evitar polêmica.
– “Minha pressão é psicológica” – segundo Dr. Márcio, isso não existe.

Por fim, deu conselhos aos participantes: “não leiam bula de remédio”; “não se consultem com (ou consultem a) vizinha”;
“melhor ainda, não tenham vizinha (treine tiro ao alvo)” (risos); “não permitam medidas de pressão de viúvas ou outros
familiares durante velórios”; e “desconfie dos casos apresentados em programas de tv, a realidade não tão simples”.